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Claquete #01: O homem que caiu na Terra

  • Rodrigo Poncinelli

    Cabei de assistir o filme e de ouvir o podcast, achei foda a ideia de pegar os 1001 filmes e 1001 albuns. Sobre o filme, acho que ele tem várias coisas isoladas que são interessantes, porém como uma obra ele falha, não tem sucesso em juntar essas coisas de forma eficiente. Achei interessante ver o Bowie atuando, ele é todo estranho e parece mesmo um alien, podia ter morrido sem ver o filme, porém não achei total perda de tempo. Quanto as loucuras que acontece de tipo o carro voltar no passado, a montagem entre o Tommy no restaurante e o Professor fazendo sexo, o Tommy vendo TV e tal, posso estar viajando mas me pareceu que ele tem um tipo de conexão com as pessoas e com o mundo, e de vez em quando ele acessa essa conexão, sente o que os outros sentem.

  • http://www.semcriterios.com Guilherme Bucco

    Então Rodrigo, também fiquei com a sensação de que podia ter morrido sem ver o filme, mas né, não dá para fugir da tarefa.

    Realmente, o Bowie é todo estranho no filme. Essa conexão que vc comenta é algo que não pensamos, ou pelo menos eu não tinha visto dessa forma, e faz sentido sim. Mas ainda acho que é muito desconexo com a história, não vi nada ali que me mostrasse tal possibilidade, ficamos apenas aqui nas conjecturas.

    Bom, obrigado pela comentário e espero que continue a acompanhar o projeto.
    Abraço
    o/

  • Hank

    Gostei da premissa de vocês e do podcast em geral.
    Assisti a primeira vez na GLOBO(!), era adolescente e não fazia essas análises críticas, apenas assistia e pirava com a loucura geral. O que ficou para mim na época era a estupidez humana, que acabou por deixa-lo cego.
    Uma crítica construtiva, que serve para a maioria dos podcasts. Faltam opiniões com perspectivas de época. Ou seja, pessoas com mais idade que podem situar melhor o contexto. Por exemplo, a visão de que os ETs vinham em paz e que até poderiam nos ajudar, visão esta trazida pelo movimento Paz e Amor. além disso, para algumas coisas que vocês colocaram como defeitos óbvios, não haviam as soluções prontas de hoje, tanto em termos tecnológicos como em termos de narrativa. Ainda se estava aprendendo a fazer cinema, ainda mais esse tipo experimental com pretensões artísticas.
    Reparem como no MDM e no JN (que desisti de ouvir) há um ganho de qualidade quando chamam pessoas como o Harald Stricker.